RESENHA DO LIVRO: NÃO HÁ HERÓIS

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RESENHA DO LIVRO: NÃO HÁ HERÓIS 2018-01-08T14:56:03+00:00

Project Description

Hop!

Dois mil e dezesseis chegou, e com ele, resoluções e metas para o novo ano também. Alguns querem perder peso, outros parar de fumar, e temos todas as promessas possíveis e imagináveis à baila, afinal, início de ano é isso mesmo! Inclusive, engana-se quem pensa que no “tactical world” é diferente!

Diversas páginas trazem “dicas”, “ações” ou “passos” para que o leitor “TORNE-SE UM NAVY SEAL EM 2016!” Claro que há um quê de sensacionalismo em tudo isso, afinal, as coisas não são tão simples, contudo não devemos – de fato – desprezar ensinamentos de pessoas (digamos assim) extraordinárias!

Para ser um “Operações Especiais” da vida cotidiana, não precisa – necessariamente – ter um brevê de borracha no peito (guardando TODAS AS DEVIDAS proporções, antes que alguém me chamem de maluco! rsrs). Estamos falando do modo com que encaramos as adversidades do dia a dia, da nossa resiliência (palavrinha tão em voga nos dias de hoje), pró atividade, companheirismo, espírito de corpo, paciência, mentalidade, confiança, responsabilidades, dentre outras qualidades.

E é exatamente isso que Mark Owen traz nos 12 capítulos do seu último livro: “NÃO HÁ HERÓIS” (Editora Paralela – 225 páginas). Ao contrário dos livros em que “façanhas e super ações” de membros das forças especiais são enormemente enaltecidas (alguém ai pensou em “O Único Sobrevivente?” 😉 )  , neste livro o leitor acompanhará os medos, angústias, falhas, reveses, superações e toda gama de sentimentos e ensinamentos que qualquer um de nós pode (e deve!) absorver para ser um “cara melhor” no ano que se inicia (e nos subsequentes!)

No início de cada capítulo há um subtítulo que irá ditar o conteúdo do que vem a seguir, explico: no capítulo 3, por exemplo, cujo título é “O mundo de noventa centímetros: Medo“, o autor nos brinda com um dos melhores ensinamentos que obteve em toda sua carreira (aliás, esse foi nosso último texto de 2015! Não leu? Clique já aqui!) sobre a importância de saber lidar com o próprio medo!

No sétimo capítulo (“Revisão Pós Ação: Comunicação“), nos deparamos com o seguinte trecho: “A AAR (After Action Report / Revisão Pós Ação) só funciona se todos deixarem o ego de lado e se dispuserem a ouvir uma crítica honesta“. Quem nunca, no mundo corporativo ou familiar, participou de reuniões tensas, em que – no fim – o ego e a arrogância de certos membros falou mais alto? Mas isso acontece com os SEALS também (bingo!), demonstrando que o aprendizado e forma com que cada um trabalha seus sentimentos é que dará (no fim)  o ritmo da mudança pessoal, quiçá de todo o grupo!

Poderia ficar durante boas linhas escrevendo quão bacana é esse livro, mas acho melhor dizer o seguinte, caro amigo do Tactical Room: aproveite o início de 2016 (suas resoluções, metas e expectativas) e leia este livro, tenho a CERTEZA ABSOLUTA de que será muito útil, afinal, além da leitura agradável de um tema que todos nós gostamos, ele trará para você novos “gatilhos mentais” e formas de encarar as coisas…não apenas para 2016, mas para toda a vida!

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Força & Honra!

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